Permanent Collection
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Permanent Collection / Portugal
 

Fotografia: Julio Marques
© Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

 
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
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Lisboa, Portugal

Século XVI (segunda metade)
Arquitectura religiosa. Igreja
Arquitectos: Afonso Álvares (act. 1566 – 1577); Filipe Térzi (act.1576); Baltazar Álvares (act.1577); Luigi Vanvitelli (act.1742 – 1747); Nicola Salvi (1697 – 1751); entalhadores: José Rodrigues Ramalho (1660-1721); Matias Rodrigues de Carvalho (século XVIII), Bento Fonseca de Azevedo (século XVIII); mosaicistas: Mattia Moretti (act.1730 – 1760); Enrico Enuo (século XVIII); pedreiros: Leonardo Jorge (n.d.); Gregório Luís (n.d.); Silvestre Jorge (1560 – 1601), Manuel Antunes (n.d.), João Teixeira (n.d.); pintores: Gaspar Dias (act. 1584); Francisco Venegas (act.1588 – 1589); Bento Coelho da Silveira (1648 – 1708); Amaro do Vale (act.1602); André Reinoso (act. 1619 – 1635); Domingos da Cunha, o "Cabrinha" (act.1630); João Gresbante (act. 1630 – 1640); Avelar Rebelo (act.1635 – 1640); Inácio de Oliveira Bernardes (1685 – 1781); Agostino Masucci (+1779); Joaquim Manuel da Rocha (1727 – 1786); Manuel José Gonçalves (século XVIII); Miguel António do Amaral (século XVIII.); André Gonçalves (1685 – 1762); Francisco Vieira de Matos, conhecido como Vieira Lusitano (1699 – 1783); pintor de azulejos: Francisco de Matos (act.1584).
A igreja é uma construção simples e sóbria, de acordo com a arquitectura maneirista e em observância com os preceitos da Companhia de Jesus. O interior mostra uma estrutura formada por uma só nave e oito capelas laterais, cuja decoração foi efectuada entre a segunda metade do século XVI e a primeira metade do século XVIII. Uma das suas marcas é o espantoso contraste entre o estilo maneirista e a decoração mais elaborada do período barroco. A fachada principal é muito sóbria, cujo topo é rematado por um tímpano triangular, com uma janela em óculo, ao centro. Esta configuração da fachada resulta parcialmente das obras realizadas após o terramoto de 1755 e no início do século XX. O tecto pintado da igreja, do século XVI ao XVII, é também digno de menção. Por fim, a sacristia, com o seu grande arcaz, do século XVII, que apresenta, nos espaldares, um conjunto de vinte pinturas retratando a vida de São Francisco Xavier.

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